Jericó, o irmão do leão Cecil morto por dentista norte-americano, foi abatido este sábado no Parque Nacional Hwange, no Zimbabué.


“É com muita tristeza que informamos que o Jericó foi morto hoje às 16h (horal local). Estamos de coração partido. Não temos mais detalhes mas iremos fornecer mais informação assim que seja possível”, indicaram as autoridades via Facebook.

 
 

BREAKING NEWS - JERICHO HAS BEEN SHOT TODAY AT 4pm - It is with huge disgust and sadness that we have just been...

Posted by ZCTF - Zimbabwe Conservation Task Force on  Sábado, 1 de Agosto de 2015

A morte de Jericó ocorre no mesmo dia em que as autoridades anunciaram restrições imediatas à caça de grandes animais perto da reserva de Hwange.

Um investigador da reserva, Brent Staplekamp, disse ao The Guardian, no entanto, que o leão está vivo e bem de saúde.

O responsável esteve a monitorizar os dados enviados pelo colar de identificação do leão este sábado, e garante que nada parece ter mudado, já que “parece que ele andou de um lado para o outro durante todo o dia”.

Staplekamp vai verificar os dados outra vez este domingo para confirmar que Jericó continua vivo.

Cecil, adorado pelos visitantes e que também gostaria do apreço humano, terá sido atraído para fora da reserva e morto sem piedade. Foi atingido por uma flecha, não teve morte imediata, e no dia seguinte não resistiu a uma bala. Foi depois decapitado e esfolado, ao que tudo indica para apagar a sua identificação, já que Cecil usava um colar e os animais das reservas não podem ser caçados.