“Somos chamados a reafirmar o ‘não’ a uma economia do desperdício, que pede para se resignar à exclusão daqueles que vivem em pobreza absoluta”, afirmou o Papa Francisco, onde relembrou que a pobreza absoluta afecta “cerca de um décimo da população”. 




“Exprimo a minha proximidade aos jovens desempregados, às pessoas com subsídio de desemprego ou trabalho precário; mas também aos empresários, aos artesãos e a todos os trabalhadores dos vários sectores, sobretudos os que têm mais dificuldade em ir por diante. O trabalho não é necessário apenas para a economia, mas para a pessoa humana, para a sua dignidade, para a sua cidadania e também para a inclusão social”, afirmou.