"Pode dizer-se que estão enganados aqueles que pensam no 'divórcio católico, porque este último documento fechou a porta ao divórcio que podia entrar por via administrativa", acrescentou sobre a reforma anunciada a 08 de setembro.






"Mas não é uma coisa essencial ao processo. Os processos mudam e a jurisprudência também e assim se melhora sempre. Este documento, este 'motu proprio', facilita os processos no tempo, mas não se trata de um divórcio", sublinhou.


um sacramento indissolúvel