Israel anunciou o encerramento da fronteira com a Faixa de Gaza, com a justificação de o país ter sido alvejado por rockets lançados do território palestiano controlado pelo Hamas.

Em resposta, a aviação israelita bombardeou instalações pertencentes ao Hamas, antes do amanhecer.

Segundo as autoridades israelitas, dois dos rockets disparados por militantes palestinianos foram interceptados pelo sistema anti-míssil e um terceiro explodiu numa área deserta, sem que tenha havido nota de vítimas.

Em comunicado, o exército israelita disse que "devido a questões de segurança, o cruzamento de Kerem Shalom - o principal ponto de passagem para a Faixa de Gaza - e o cruzamento pedestre de Erez estarão fechados a partir de quinta-feira".

Nada foi adiantado sobre o tempo que a fronteira irá ficar encerrada.

De acordo com as autoridades israelitas, cerca de 15 rockets foram lançados para o sul de Israel desde que o presidente norte-americano anunciou a intenção de reconhecer Jerusalém como capital de Israel.

A resposta da aviação israelita causou a morte de dois militantes do Hamas, sendo que dois outros palestinianos também morreram em confrontos com o exército durante protestos contra a decisão norte-americana de transferir a embaixada de Telavive para Jerusalém.