projeção oficialvitória expressiva

O ministro dos Negócios Estrangeiros italiano defende que é tempo de ser alcançado um acordo para a Grécia. Paolo Gentiloni utilizou o Twitter para comentar os resultados do referendo.

 

O ministro das Finanças da Bélgica foi um dos primeiros da Zona Euro a reagir. Johan Van Overtveldt admitiu que a vitória do "Não" vai complicar a situação da Grécia, mas salientou que a "porta para as negociações permanece aberta". Em declarações à VRT, Van Overtveldt acrescentou que os ministros do eurogrupo deverão voltar a debater as medidas que "poderão dar à Grécia uma perspetiva de futuro".

Também através do microblog Twitter, o líder do partido espanhol "Podemos", Pablo Iglesias, diz que "hoje na Grécia ganhou a democracia".

 

De França outra saudação ao povo grego, mas desta vez de um partido à direita e eurocético: Marine Le Pen, líder da Frente Nacional, considera que o "Não" do povo grego é uma "grande lição de democracia". 

 

Le Pen afirmou ainda que os países europeus devem tirar partido deste acontecimento para fazer um balanço do fracasso da moeda única e da austeridade, segundo o "The Guardian".

"Os países europeus devem tirar partido deste acontecimento na mesa das negociações, fazer um balanço do fracasso do euro e da austeridade, e organizar a dissolução do sistema de moeda única, que é necessário para voltar ao crescimento real, ao emprego e à redução da dívida."