Organizações não-governamentais pediram esta quarta-feira ao Banco Mundial para que não permita a discriminação dos homossexuais do Uganda, país que recebeu da instituição 70 milhões de euros para o financiamento do setor da saúde.

«O Banco Mundial não deveria conceder o empréstimo para fortalecer o setor da saúde do Uganda sem exigir medidas para acabar com a discriminação dos grupos marginalizados», refere um documento assinado por 16 organizações do Uganda e outros grupos internacionais e dirigido ao presidente da instituição financeira, Jim Kim.

Os signatários exigem que os serviços sanitários do Uganda garantam toda a atenção «ao conjunto de lésbicas, gays, bissexuais e transsexuais (LGBT) para evitar a discriminação».