As imagens são chocantes e podem ferir a suscetibilidade de alguns leitores. 




“Ele não estava a lidar com uma pessoa procurada por homicídio, estava a lidar com uma pessoa com uma matrícula em falta”, declarou à imprensa o procurador Joseph Deters. 

“Se ele começou a avançar [com o carro], francamente, era deixá-lo ir. Não era preciso dar-lhe um tiro na cabeça”, defendeu Deters.


como o de Ferguson