A obesidade no trabalho custa aos EUA quase nove mil milhões de dólares por ano em produtividade perdida. Ou seja, em euros, pouco mais de 7 mil milhões. O absentismo crescente é uma evidência, conclui um estudo da Universidade de Yale, divulgado na sexta-feira.

Publicado na revista «Journal of Occupational and Environmental Medicine», este estudo é o primeiro a quantificar o custo do absentismo provocado pela obesidade, segundo os autores.

Anualmente, os custos estão estimados entre os 14,4 milhões no Estado do Wyoming, no oeste, e os 907 milhões no da Califórnia, também no oeste dos EUA.

No conjunto do país, o montante total ascende a 8,65 mil milhões de dólares (sete mil milhões de euros) por ano, o que representa 9,3% do custo total do absentismo.