O procurador-geral da Malásia ilibou esta terça-feira, após uma investigação de seis meses, o primeiro-ministro, Najib Razak, de qualquer responsabilidade penal em relação à entrada de 700 milhões de dólares (636 milhões de euros) nas suas contas privadas.

Najib viu-se envolvido, no passado mês de julho, num escândalo de corrupção, sendo acusado de ter desviado dinheiro do fundo de investimento público 1Malaysia Development Berhard (1MDB), que preside.

O procurador-geral, Apandi Ali, concluiu que o dinheiro veio de um donativo pessoal da família real da Arábia Saudita e que não foi detetado “incentivo ou recompensa por ter feito algo relacionado com o seu cargo de primeiro-ministro”.