A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) denunciou esta quarta-feira que em 2015 aumentou a violência contra os profissionais de comunicação na América e adiantou que pelo menos 27 jornalistas foram assassinados no exercício da profissão.

O continente tornou-se uma das regiões mais perigosas do mundo para exercer o jornalismo e as agressões mais graves, como o assassínio e o rapto, tornaram-se uma das piores formas de censura”, assinalou o CIDH no seu relatório anual sobre a liberdade de expressão.

No Relatório da Liberdade de Expressão da Comissão exprimiu-se a preocupação pelos 27 assassínios de jornalistas “em circunstâncias que poderiam estar relacionadas com a sua profissão”, além de outros 12 casos em que não foi possível determinar o vínculo com a profissão.