O Comité Nobel norueguês prestou esta sexta-feira tributo a Nelson Mandela, «um dos maiores nomes da longa história dos prémios Nobel da Paz».

Nelson Mandela, que morreu, esta quinta-feira, aos 95 anos, foi agraciado com o Nobel da Paz, em 1993, a par com o Presidente sul-africano de então, Frederik De Klerk, pelos esforços na reconciliação após décadas de apartheid.

«O seu trabalho encerra uma mensagem ainda atual para todos que têm responsabilidades em conflitos aparentemente insolúveis», indicou o Comité Nobel, em comunicado.

«Até os conflitos mais amargos podem ser resolvidos por via de meios pacíficos», acrescenta o comité, numa nota citada pela agência noticiosa AFP.

A morte de Mandela, um dos políticos mais conhecidos e respeitados do mundo, foi anunciada pelo Presidente da República da África do Sul, Jacob Zuma, numa comunicação televisiva.

Líder da luta contra o «apartheid», Mandela foi o primeiro Presidente negro da África do Sul, entre 1994 e 1999.