O líder da Renamo, principal partido da oposição moçambicana, Afonso Dhlakama, acusou «radicais da Frelimo» de terem assassinado o constitucionalista moçambicano Gilles Cistac, alegando que se sentiram «chocados e incomodados» com as teses defendidas pelo jurista.

«Eu quero acreditar que os radicais da Frelimo sentiram-se chocados e incomodados com o facto de [Gilles Cistac] estar a defender um caso do povo moçambicano», afirmou Dhlakama, na terça-feira, após um comício na província de Niassa, citado esta quarta-feira na imprensa local.

Para o líder do principal partido da oposição, o jurista foi morto por ter defendido uma posição que acolhe constitucionalmente a exigência da Renamo (Resistência Nacional Moçambicana).