Foram passando a fronteira, fugindo dos confrontos militares no centro de Moçambique. Refugiaram-se no Malaui. No final do ano passado eram 11 mil, mas entretanto, 83% desses moçambicanos acabaram por regressar.

A garantia parte da representante do Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) no Malaui, Monique Ekolo, citada pela Rádio Moçambique.

Segundo Monique Ekolo, apenas 1.800 refugiados moçambicanos permanecem ainda no país vizinho.

O ACNUR gastou 1,5 milhões de dólares (1,3 milhões de euros) em operações logísticas relacionadas com a presença de moçambicanas no Malaui e o acampamento de Kapise, que albergava a maioria do grupo, está "virtualmente fechado".