As investigações preliminares à queda do Embraer da companhia de bandeira moçambicana LAM, no passado dia 29 de novembro, descartaram a possibilidade de falhas mecânicas terem originado o desastre que causou 33 mortes, segundo fontes oficiais.

De acordo com João de Abreu, presidente do Instituto de Aviação Civil de Moçambique (IACM), elementos retirados das caixas negras e do local do acidente, na Namíbia, revelam a inexistência de falhas mecânicas no aparelho.

«As investigações continuam e deverão ficar concluídas ainda antes dos 30 dias de prazo recomendado pela Organização Internacional de Aviação Civil», disse João de Abreu, falando a jornalistas no sábado.

O ministro moçambicano dos Transportes, Gabriel Muthisse, chegou este domingo à Namíbia, país que lidera a investigação ao acidente, para encontros com responsáveis locais.

Os corpos das vítimas, entre as quais estão cidadãos portugueses, ainda se encontram numa morgue em Windhoek, capital da Namíbia, para recolha de amostras de DNA, essenciais ao processo de identificação.