O Presidente dos Estados Unidos da América anunciou, esta sexta-feira, que a missão militar no Iraque vai terminar a 31 de Agosto de 2010. Dos 142 mil homens no território, Barack Obama quer, no entanto, deixar no país entre 35 a 50 mil militares para apoiar as forças iraquianas e proteger os interesses dos EUA no Iraque.

«O Iraque ainda não é seguro e há ainda dificuldades pela frente», disse Obama na visita a uma base militar no Estado norte-americano da Carolina do Norte.

«Os nossos militares serviram com honra. A violência (no Iraque) foi reduzida e a capacidade das Forças de Segurança iraquianas aumentou», disse em tom optimista.

Barack Obama adia assim a retirada de tropas do Iraque. Se o prazo agora anunciado for cumprido, o contingente sai do país 19 meses depois da tomada de posse do Presidente, ou seja, três meses depois do que Obama prometeu durante a campanha eleitoral.

O Presidente norte-americano salientou a importância da diplomacia no Iraque apesar da retirada de tropas.

A segunda parte do plano dos EUA para o país passa por «apoiar a diplomacia para que o Iraque se torne um lugar mais pacífico e próspero», disse Obama.