A Amnistia Internacional, com sede em Londres, entrevistou 40 mulheres e raparigas oriundas do Iraque e da Síria e atualmente migrantes na Alemanha e Noruega, que chegaram à Grécia e atravessaram os Balcãs.

"Muitas disseram que em quase todos os países por onde passaram, foram vítimas de abusos físicos e exploração financeira, pressionadas a ter relações sexuais com traficantes, pessoal da segurança e outros refugiados", afirma o relatório, citado pela AFP.