Um tribunal chileno acusou esta sexta-feira formalmente a nora da Presidente Michelle Bachelet de fraude fiscal, um escândalo que levou a líder do país a admitir, em lágrimas, que era uma provação “dolorosa”.

O caso foi conhecido há um ano e chocou a opinião pública no Chile, que está cotado nos rankings da Transparência Internacional como um dos países da América Latina menos corruptos.

O tribunal da cidade de Rancagua, no centro do país, proibiu Natalia Compagnon de sair do país e ordenou-lhe uma deslocação mensal a uma esquadra da polícia, durante um ano, enquanto era feita a investigação judicial.