O ex-empresário de Michael Schumacher exigiu saber como se encontra o heptacampeão do mundo de Fórmula 1. Na semana passada, o ex-presidente da Ferrari disse que o antigo piloto não está bem e que os custos de tratamento ascendem já a 10 milhões de euros por ano.

Desde o acidente nos Alpes Franceses, em dezembro de 2013, Michael Schumacher desapareceu do espaço mediático. Mas o seu nome não. O heptacampeão do mundo de Fórmula 1 tem milhões de admiradores no planeta: um mercado apetecível para alimentar boatos e rumores. Rumores que o ex-empresário do alemão gostaria de dissipar. E para Willi Weber, só informações mais precisas sobre o estado de saúde de Schamacher tornariam isso possível.   

Numa entrevista à revista alemã Gala, Weber defendeu que saber mais sobre o ex-piloto iria ajudar admiradores e quem trabalhou com ele a lidar com a situação em que se encontra.

Na semana passada, o ex-presidente da Ferrari, Luca di MonteZemolo, adiantou, sem entrar em detalhes, que o estado de saúde de Schumacher não era bom. Disse ainda que os custos de tratamento subiram e rondam agora os 10 milhões de euros por ano.

Depois do acidente de esqui na estância de Meribel, Schumacher esteve seis meses em coma. Em setembro de 2014 deixou o hospital para continuar os tratamentos em casa, na Suíça. Desde essa altura, a evolução do estado de saúde do alemão tem sido um mistério e alvo, talvez por isso, de muita especulação.