As autoridades mexicanas anunciaram na quarta-feira que o número de mortos aumentou para 251, na sequência do sismo de magnitude 7,1 que abalou o centro do México.

De acordo com as autoridades mexicanas, citadas pela Televisa, há 115 vítimas na Cidade do México, 73 em Morelos, 44 em Puebla, 13 no Estado do México, cinco em Guerrero e um em Oaxaca.

Até ao momento foram registadas 32 réplicas, sendo que a mais forte atingiu a magniture de 4.0 na escala de Richter.

Nos locais afetados continuam as operações de resgate, com as equipas a trabalharem sem parar. Esta quinta-feira, as atenções centram-se na escola que desabou na capital do país com os socorristas a tentarem resgatar crianças com vida.

O epicentro do sismo, de magnitude 7,1 na escala de Richter, que ocorreu na terça-feira às 13:14 (19:14 em Lisboa), foi registado na fronteira do Estado de Puebla e Morelos (centro), a 51 quilómetros de profundidade, segundo o centro geológico norte-americano (USGS).

O terramoto ocorreu depois de, no passado dia 7, um sismo de magnitude 8,2 - o mais forte desde 1932 -, ter causado 98 mortos no sul do país: 78 em Oaxaca, 16 em Chiapas e quatro em Tabasco.

O abalo de terça-feira, que causou o pânico na população, coincidiu com o 32.º aniversário do forte sismo que provocou milhares de mortos em 1985 e foi registado apenas duas horas depois de um simulacro de terramoto em todo o país.