O ioga e a meditação são mais eficazes no combate ao Alzheimer do que palavras cruzadas e jogos de memória. A conclusão é de um estudo da Universidade de Adelaide, na Austrália, que comparou dois grupos de pessoas até aos 55 anos que se esqueciam frequentemente dos nomes das pessoas, de onde tinham guardado objetos ou de coisas que tinham para fazer.

Em três meses, os investigadores observaram que tanto o ioga como os exercícios que estimulam a memória trouxeram benefícios, mas foi o ioga que melhor estimulou a memória visual e espacial.

Onze participantes receberam longas sessões de treino de memória semanal e fizeram exercícios como palavras cruzadas.

Outros 14 tiveram longas sessões de ioga uma vez por semana e meditação em casa vinte minutos todos os dias.

O tipo de ioga utilizado no estudo chama-se Kundalini e foca-se na respiração, meditação, no canto e em posições que projetam a força e a flexibilidade.

Os participantes que praticaram ioga também se revelaram menos depressivos e ansiosos e com menores níveis de stress.