A justiça queniana apresentou seis suspeitos de ligação ao massacre de 148 estudantes da Universidade de Garissa.

Os homens, cinco quenianos e um tanzaniano, foram apresentados a um tribunal da capital Nairobi.

O coletivo de juízes concordou com o pedido da procuradoria e ordenou a prisão de todos enquanto a investigação apura se foram eles que forneceram as armas aos atacantes do Al-Shabaab.

Assim se chama a filial da Al-Qaeda baseada na Somália que tem atacado alvos quenianos desde que o governo do Quénia entrou na coligação regional que combate militarmente os islamitas.

O massacre da universidade ocorreu na quinta-feira passada mas o Quénia permanece de luto e chocado, como provam as centenas de pessoas que participaram na vigília desta terça-feira na capital