Onze anos depois de o naufrágio do petroleiro Prestige na costa da Galiza ter causado, em novembro de 2002, a maior catástrofe ambiental da história de Espanha, é lida esta quarta-feira a sentença do julgamento dos responsáveis.

O megaprocesso, o maior de sempre realizado na Galiza, foi concluído para sentença a 10 de julho depois de mais de 400 horas em 89 sessões ao longo de um período de oito meses em que foram ouvidos 204 testemunhas e peritos.

Estão acusados no processo o capitão do Prestige, o grego Apostolos Mangouras, o chefe de máquinas do navio, o também grego Nikolaos Argyropoulos, e o ex-diretor geral da Marinha Mercante de Espanha, José Luis López Sors, que enfrentam penas de prisão entre cinco e 12 anos.