Os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 ainda continuam a fazer vítimas nos dias de hoje. Uma das heroínas das equipas de salvamento morreu, na quinta-feira, vítima de um cancro do pulmão. Marci Simms é apenas uma dos vários agentes que desenvolveram a doença, depois de terem combatido as chamas, no dia dos ataques terroristas.

Já passaram 14 anos desde os atentados às Torres Gémeas, em Nova Iorque, mas há ainda consequências visíveis naqueles que estiveram presentes na tragédia. Marci Simms, de 51 anos, faleceu com um cancro que, alegadamente, terá desenvolvido por causa da ajuda que prestou nesse dia e nos meses que lhe seguiram.

De acordo com a Associated Press, os familiares da tenente do Departamento da Polícia de Nova Iorque garantem que esta adoeceu depois de ter passado quatro meses nas equipas de salvamento, recuperação e limpeza, por entre os escombros e o fumo.

Marci Simms foi uma das primeiras pessoas a chegar ao local para socorrer os feridos. A agente afirmou, o ano passado, em entrevista à Universidade de Stony Brook, que o ambiente no edifício “tinha muito fumo” e que “parecia que queimava a garganta”.

Os colegas do Departamento da Polícia de Nova Iorque deixaram uma homenagem à tenente, no Twitter.

 

Todos os custos dos tratamentos foram cobertos pelo Ato James Zadroga para a Saúde e Compensação, relacionado com o 11 de setembro.

Segundo a FOX News, as autoridades afirmaram que mais de 2.500 pessoas que fizeram parte das equipas de salvamento contraíram cancro, depois dos atentados terroristas.