A União Europeia (UE) considerou o assassínio do constitucionalista moçambicano, ocorrido na terça-feira, no centro e Maputo, um «ataque à liberdade de expressão».

«Este assassinato é um ataque à liberdade de expressão. A União Europeia exorta as autoridades e todos os cidadãos a usarem o diálogo e meios pacíficos no discurso político», refere o comunicado, concertado com os chefes de missão da UE em Maputo, enviado hoje à Lusa.

O constitucionalista moçambicano Gilles Cistac, de 53 anos, morreu na terça-feira no Hospital Central de Maputo, vítima de vários tiros disparados por desconhecidos na avenida Eduardo Mondlane, uma das mais frequentadas da Cidade de Maputo, quando saía de um café nas primeiras horas da manhã.