O pugilista Floyd Mayweather foi acusado de ter banido duas jornalistas norte-americanas daquele que foi considerado “o combate do século”, no qual bateu o filipino Manny Pacquiao, em Las Vegas. 

As jornalistas de desporto Rachel Nichols, da CNN, e Michelle Beadle, da ESPN, afirmaram que não conseguiram obter credenciais para cobrir o combate, em publicações partilhadas no Twitter. Sabe-se que as duas repórteres criticaram Mayweather no âmbito dos casos de violência doméstica ligados ao pugilista.
 
Beadle afirmou à HBO que depois de saber que a sua credencial de jornalista tinha sido retirada da lista do combate, decidiu regressar a casa, acrescentando que agora pretende dedicar-se ao basquetebol.

O colega da ESPN Arash Markazi já saiu em defesa das duas jornalistas, numa publicação partilhada na mesma rede social.

“Há muitas razões que explicam o facto de o boxe estar em coma. Banir jornalistas e impedi-los de fazer o seu trabalho é uma delas.”



As acusações foram entretanto desmentidas pela agente do pugilista, Kelly Swanson, que assegurou que nunca ninguém foi banido da lista de credenciais. Swanson afirmou ainda, em declarações ao "USA Today", que tudo não passou de um mal entendido.