Três ativistas em topless da organização Fémen manifestaram-se à frente do tribunal francês onde Dominique Strauss- Kahn, ex-diretor-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), estava a ser ouvido, na sequência de vários crimes sexuais de que é acusado.

Dominique Strauss-Kahn toma pela primeira vez a posição no julgamento em que é acusado de proxenetismo agravado, esta terça-feira, em Lille, França, devido às acusações de estar envolvido no processo Carlton, sobre uma rede de prostituição e organização de orgias em hotéis de luxo em França e nos Estados Unidos.

As ativistas Fémen subiram e cercaram, o que pensavam ser o carro de Strauss-Kahn, obrigando a polícia a intervir. As três mulheres acabaram por ser detidas.

Depois do escândalo sexual em Nova Iorque, Strauss-Kahn foi obrigado a apresentar demissão do cargo de diretor-geral do FMI.

O economista francês está sujeito a uma pena de prisão que pode ir até 10 anos e uma multa de 1,5 milhões de euros.