Segundo o comunicado conjunto dos três países envolvidos nas buscas, a área destas passará a ser de 120 mil quilómetros quadrados, no Oceano Índico.

 

«Se o aparelho não for encontrado na área de busca atual, concordámos em estender a busca por mais 60 mil quilómetros quadrados e, assim, cobrir toda a área de maior probabilidade identificada pelos especialistas».

Os governos dos três países admitem que este alargamento pode estender as buscas por mais um ano, «devido às condições atmosféricas adversas nos meses de inverno que se aproximam».

 

Até ao fim de maio, as buscas continuam a 1600 quilómetros a oeste de Perth, na Austrália. Quatro navios, equipados com drones submarinos, verificaram até agora 60 por cento da área considerada mais provável para o avião ter caído.

 

Os governos da Austrália, China e Malásia consideram esta a última hipótese de encontrar o  avião que desapareceu em março do ano passado, com 239 pessoas a bordo.

 

«Após a conclusão dos 60 mil quilómetros quadrados adicionais, todas as áreas de busca de alta probabilidade terão sido cobertas».