Os serviços secretos norte-americanos acreditam que os separatistas pró-russos terão abatido o avião da Malaysia Airlines com 298 pessoas a bordo «por engano».

Os analistas dos serviços de informação dos EUA realizaram uma conferência de imprensa com os jornalistas, mas pediram para que os seus nomes fossem mantidos sob anonimato.

Segundo estas fontes, citadas pela Reuters e pela Associated Press, não há prova da intervenção direta do governo russo no acidente. No entanto, os responsáveis norte-americanos dos serviços secretos destacam que a Rússia continua a fornecer armas aos rebeldes ucranianos, «criando condições» para estes ataques.

Os mesmos analistas destacam que não sabem ainda exatamente quem disparou o míssil terra-ar SA-11, se estava presente algum russo no lançamento ou se quem disparou foi treinado pela Rússia.

Até ao abate do voo MH17, aliás, os serviços secretos norte-americanos garantem que não sabiam que os separatistas tinham este tipo de míssil.