A Federal Aviation Admnistration (FAA), entidade norte-americana responsável pelo tráfego aéreo, tinha alertado há seis meses que vários aparelhos Boeing 777, semelhantes ao da Malaysia Airlines, que desapareceu há seis dias, tinham falhas que os tornavam vulneráveis a uma desintegração no ar. Responsáveis da FAA tinha pedido às companhias aéreas para corrigirem essas falhas até dia 9 do próximoe mês de abril.

A FAA teria detetado algumas falhas na fuselagem, que poderiam conduzir a uma descompressão rápida da cabine. A diretriz data de 18 de setembro do ano passado e apontava para risco de «uma descompressão rápida e perda de integridade estrutural do avião», cita o «DailyMail».

Avião voou várias horas depois de desaparecer dos radares

As cinco teorias mais loucas sobre o avião da Malásia

As autoridades da Malásia reafirmaram esta quinta-feira que o avião tinha sido «totalmente verificado» e «estavam em ordem todas as verificações de manutenção».