Centenas de membros do movimento islamita já foram condenados à pena de morte ou a longas penas de prisão, em julgamentos muito criticados pelos governos ocidentais e por grupos de ativistas dos direitos humanos. Uma vaga de julgamentos que começou depois de o Governo do presidente da Irmandade Muçulmana, Mohamed Mursi, ter sido derrubado pelo então chefe do Exército Abdel Fattah al-Sisi, a 3 de julho de 2013. 

Desde o golpe de Estado, as autoridades egípcias já prenderam centenas de apoiantes da Irmandade e aquele que é o mais antigo movimento islamita do Egito foi banido e considerado uma organização terrorista.