As autoridades birmanesas libertaram um total de 69 reclusos, incluindo vários presos políticos, cujo número não é especificado, indica comunicado emitido hoje pelo gabinete da presidência.

Esta libertação motivada por «razões humanitárias» figura como a mais recente de uma série de outras, interpretadas como indicador chave pela comunidade internacional dos progressos na Birmânia, acontecendo numa altura em que o país recebe importantes visitantes internacionais, incluindo da União Europeia (UE).

Na quinta-feira, o Presidente birmanês, Thein Sein, encontrou-se com a chefe da diplomacia da UE, Catherine Ashton, numa reunião incluída numa missão europeia abrangente ao país.