O departamento de Justiça dos Estados Unidos vai libertar, entre finais de outubro e princípios de novembro, 6.000 reclusos que ainda não terminaram as suas penas, como forma de aliviar a sobrelotação das prisões, segundo o Washington Post.

A libertação de reclusos, que será a maior de uma só vez nos Estados Unidos da América, terá lugar entre 30 de outubro e 2 de novembro, e aproximadamente dois terços dos reclusos vão ser transportados para centros de reinserção ou ficarão temporariamente confinados às suas casas até que sejam libertados sob vigilância.

O outro terço corresponde a cidadãos estrangeiros que serão “rapidamente deportados”, segundo o diário.

A libertação dos 6.000 presos tem dois objetivos: aliviar a situação que se vive nas prisões de EUA, onde a população de reclusos se multiplicou nos últimos anos, e diminuir as “severas” penas impostas em delitos relacionados com as drogas nas últimas três décadas.