O parlamento da Malásia aprovou hoje penas mais duras para a prática de sedição, num ação criticada pelas Nações Unidas e descrita pela oposição como um «dia negro» para a democracia e liberdade de expressão.

Pela segunda vez esta semana, a coligação no poder impulsionou o endurecimento de leis, num gesto denunciado por defensores de direitos humanos, depois de na terça-feira ter sido aprovada legislação que permite às autoridades manterem pessoas detidas sem proferir acusação formal.

As alterações à lei sobre sedição estendem a pena de prisão máxima para 20 anos dos atuais três e estabelecem um mínimo de três anos de cadeia para determinados casos.