"Uma Síria unida implica uma transição política. Isso não significa que Bashar al-Assad deva sair mesmo antes da transição, mas deve haver garantias para o futuro", disse Laurent Fabius ao jornal regional francês Le Progres.




Após os ataques



Laurent Fabius, admite por exemplo,

"Não é possível trabalhar com o exército sírio enquanto Bashar al-Assad o liderar. Mas a partir do momento em que ocorrer uma transição política e Bashar já não for o chefe das forças armadas, então podemos nos associar ao que seria o exército sírio"




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