Da abstração dos números para a abstração da arte, o milionário de Wall Street, Ken Griffin, tornou-se no protagonista de um dos maiores negócios de compra de obras de arte.

O dono de um fundo de investimento que gere milhões de dólares, o Citadel, rendeu-se a dois quadros e gastou uma fortuna, 500 milhões de dólares, cerca de 450 milhões de euros.

Ken Griffin arrebatou o “Interchange”, de Willem de Kooning, pintado em 1955, por 300 milhões de dólares.  “Number 17A”, de Jackson Pollock, data de 1948, terá custado 200 milhões de dólares ao gestor, segundo o Bloomberg. O negócio dos quadros foi feito no outono e tornado público agora.

“Interchange”, de Willem de Kooning, terá custado 300 milhões de dólares.  “Number 17A”, de Jackson Pollock, terá custado 200 milhões de dólares (Fotos DR)

Uma pequena fortuna para um homem com uma fortuna muito maior. Aos 47 anos, já amealhou mais de 7.000 milhões de dólares nas suas contas bancárias, segundo a revista Forbes.

Ken Griffin parece, no entanto, não ser mãos largas, pelo menos no que toca à ex-mulher, Anne Dias Griffin, também gestora, com quem esteve casado onze anos, reclama 12 milhões de dólares por ano. Ken Griffin contesta.