As autoridades da Georgia, Estados Unidos da América, executaram na terça-feira uma mulher condenada à pena capital pela morte do marido há 18 anos, após ter sido negado um pedido de clemência e de um apelo do Papa.

Kelly Gissendaner, de 47 anos, morreu com uma injeção letal na prisão de Jackson, sudeste de Atlanta, tornando-se a primeira mulher a ser executada na Georgia desde 1945.

Tinha sido condenada à pena capital por ter planeado com o amante o assassinato do marido.

Os vários recursos de última hora apresentados pela defesa ao Tribunal Supremo da Georgia e ao Tribunal Supremo dos Estados Unidos para travar a execução foram rejeitados, bem como o pedido de clemência perante a Junta de Liberdade Condicional e Perdão, em que dois dos filhos de Gissendaner participaram.

Kelly Gissendaner tornou-se assim a 16.ª mulher a ser executada nos Estados Unidos desde que o Supremo Tribunal restabeleceu a pena de morte em 1976.