O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, confirmou esta terça-feira a morte de Kayla Mueller, uma jovem de 26 anos que estava refém do Estado Islâmico. Obama garante que vai fazer tudo para «encontrar e trazer à justiça os terroristas que são responsáveis pelo sequestro e morte de Kayla».

Na mesma declaração, reproduzida pela agência Reuters, Barack Obama classifica o Estado Islâmico como um «odioso e repugnante grupo terrorista».

De acordo com a Casa Branca, a família de Kayla recebeu, no último fim de semana, uma mensagem do Estado Islâmico, com «informação adicional», confirmando que estava morta.


A família de Kayla Mueller já emitiu um comunicado, dizendo-se «destroçada». A jovem de 26 anos que trabalhava numa agência humanitária estava refém do Estado Islâmico desde agosto de 2013.

«Estamos destroçados ao confirmar que recebemos a confirmação de que Kayla Jean Mueller perdeu a vida», disseram os pais e o irmão esta terça-feira.

Apoiantes do Estado Islâmico defenderam, na sexta-feira, que a jovem foi morta na sequência de um bombardeamento jordano, para vingar a morte do piloto queimado vivo pelo grupo terrorista.