A família da refém britânica que o Estado Islâmico afirma ter sido morta num raide aéreo jordano afirma que não acredita que Kayla tenha sido morta, avança a Sky News.

Num comunicado revelado pelo representante da família, os pais de Kayla Jean Mueller, Marsha e Carl Mueller, fazem um apelo pessoal ao Estado Islâmico.

«Disseram-nos que iam tratar a Kayla como vossa convidada. Como vossa convidada, a sua segurança e bem-estar é vossa responsabilidade», pode ler-se no comunicado, onde os pais da norte-americana pedem ao Estado Islâmico para contactar a família em privado.

O Estado Islâmico alega que um dos ataques aéreos que a Jordânia realizou na Síria matou uma refém norte-americana que estava com os jihadistas. De acordo com o centro norte-americano de vigilância de sites islamitas SITE, o ataque da força aérea jordana terá atingido o edifício onde a refém Kayla Jean Mueller se encontrava, na cidade de Raqqa. 

No entanto, a informação ainda não foi confirmada pela Casa Branca.

«Estamos, obviamente, muito preocupados com esses relatos», afirmou a porta-voz do departamento de segurança da Casa Branca, Bernadette Meehan, acrescentando que não possuem «nenhumas provas que corroborem a informação do Estado Islâmico».