O fundador do site WikiLeaks, o australiano Julian Assange, acusou esta quinta-feira o Google e o seu ex-presidente Erich Smichdt de atuarem sob os interesses do governo dos Estados Unidos, declarações feitas a partir de Londres em videoconferência.

Julian Assange, que anunciou em agosto que iria «abandonar em breve» a embaixada do Equador em Londres, onde se encontra exilado há dois anos, apresentou o seu último livro «Quando o Google conheceu o WikiLeaks» numa apresentação feita à distância para a galeria de arte de Nova Iorque onde decorreu o evento ao qual assistiram centenas de pessoas.

O fundador do WikiLeaks sublinhou que aqueles que o acusam de ser «paranóico» e «traidor» têm comportamentos «ridículos» e ironizou sobre as vantagens de estar sob asilo na embaixada do Equador em Londres.