«A prisão é uma grande parte do antigo quebra-cabeças de Jerusalém e mostra a história da cidade de uma forma única e clara», defendeu Amit Re’em, arqueólogo que chefiou a equipa de escavação.




«Obviamente, não há qualquer inscrição a declarar que ocorreu aqui, mas tudo - relatos arqueológicos, históricos e evangélicos - recai sobre este lugar e faz sentido», constatou Shimon Gibson, o professor de arqueologia da Universidade da Carolina do Norte em Charlotte, em declarações ao Washington Post.