O diretor do Comité de Proteção de Jornalistas (CPJ), Joel Simón, considera que os disparos contra o semanário satírico francês Charlie Hebdo lançaram uma mensagem de «desprezo» pela liberdade de expressão e pelos jornalistas que a defenderam.

O CPJ, tal como outras associações de jornalistas, cidadãos ou governos de todo o mundo, repudiaram o atentado na quarta-feira, que tirou a vida a 12 pessoas, entre elas o diretor do semanário e três cartoonistas conhecidos de Paris.

Os homens encapuzados e armados com kalashnikov que abriram fogo sobre a redação quiseram «lançar uma mensagem de desprezo e desdém pelo trabalho que um jornalista pode fazer e pela liberdade de expressão», segundo Simón.