O jornalista norte-americano James Foley continua desaparecido depois de ter sido raptado faz esta sexta-feira um ano na Síria por homens armados, mas a família mantém a esperança de que esteja vivo.

Com uma experiência de cinco anos em zonas de guerra, James Foley trabalhava como freelancer para vários órgãos de comunicação, como a agência AFP e o Global Post, e é um dos cerca de 30 jornalistas que trabalhavam na Síria e que estão hoje desaparecidos.

«Ninguém nos contactou para nos pedir o que fosse. Não houve pedido de resgate», disse o pai de Foley à AFP.

James Foley, de 40 anos, foi raptado por homens armados na província de Idlib, no norte da Síria, a 22 de novembro de 2012, quando fazia a cobertura da guerra que o país enfrenta desde março de 2011.

A família tem lançado vários apelos para obter informações sobre o seu paradeiro, bem como o Global Post, mas sem sucesso.

Segundo os Repórteres sem Fronteiras, a Síria é atualmente o país mais perigoso para os jornalistas, tendo 25 perdido a vida desde o início do conflito.