O Departamento de Estado dos EUA requereu o envio de quase mais 300 militares para o norte do Iraque, para aumentar a segurança na zona controlada pelos rebeldes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante.

Segundo a Reuters, que cita um oficial militar dos Estados Unidos, o pedido ainda não foi aprovado.

Os EUA já enviaram mais de 800 soldados para o Iraque, desde que os militantes do Estado Islâmico ocuparam a maior parte do norte do país em junho.

Por sua vez o senador republicano John McCain pediu um aumento dos ataques aéreos norte-americanos na zona e a sua extensão a território Sírio.

McCain justificou o seu pedido com a notícia da decapitação do jornalista norte-americano James Foley, assassinado por apoiantes do Estado Islâmico. O senador considera o Presidente Barack Obama deve ter o acontecimento em conta e deve mudar a sua estratégia para com o grupo.

«Primeiro devemos aumentar dramaticamente os ataques aéreos. E esses ataques devem ser estendidos à Síria.», disse McCain.

«Eu não tenho quaisquer dúvidas que este vídeo horrível [do jornalista] foi colocado na internet para ter um impacto no povo americano. A natureza e brutalidade desta organização foi demonstrada nele».

O senador do Estado do Arizona afirma que os ataques em território Sírio são necessários depois dos rebeldes terem roubado armamento na cidade de Mossul, que transportaram para enclaves na Síria. McCain também afirmou que os EUA devem armar os Curdos iraquianos e ajudar a conseguir uma reconciliação entre os Xiitas e os Sunitas do Iraque.

«Temos de derrotá-los, não apenas travá-los», continuou.