«De acordo com as mais recentes estimativas de que dispomos, o número aumentou. Trabalhamos agora sobre 550. Ainda há alguns dias tínhamos contabilizado 450», revelou o ministro, à estação televisiva Phoenix.

Segundo Maizière, a maior parte dos candidatos a integrar a «jihad» são homens, no entanto o governo tem também conhecimento de várias mulheres que se alistaram.

«Em comparação com os últimos anos, trata-se de um grande aumento», acrescentou Mazière.