Robert Kennedy pode ter levado o cérebro do irmão John F. Kennedy, que estava guardado no Arquivo Nacional. A intenção seria esconder a verdadeira realidade da doença do antigo presidente norte-americano. A teoria vem exposta num novo livro, que será lançado a 12 de Novembro.

Em «End Of Days : The Assassination Of John F Kennedy», de James Swanson, cujos excertos são pré-publicados esta segunda-feira pelo «New York Post», o autor rejeita a teoria de que o cérebro terá desaparecido como resultado de uma conspiração para esconder factos do assassínio do presidente. «De todas as provas arquivadas no Arquivo Nacional, só falta uma: o cérebro do presidenrte Kennedy», sugere.

«A minha conclusão é que Robert Kennedy levou o cérebro do irmão, não para esconder evidências de uma conspiração , mas talvez para esconder evidências da verdadeira extensão da doença do presidente Kennedy, ou talvez para esconder evidências do número de medicamentos que o presidente Kennedy tomava», acrescenta.

Swanson escreve que, após a autópsia, o cérebro de Kennedy foi colocado num recipiente e guardado pelos serviços secretos. Em Outubro de 1966, descobriu-se que o cérebro e outras provas recolhidas na autópsia tinham desaparecido.

Há quem afirme que a prova desapareceu para esconder que JFK foi baleado de frente em vez da versão oficial dos acontecimentos, que avança que foi morto por trás.