O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, prometeu responder com «pulso firme ao assassinato brutal de judeus», que ocorreu esta terça-feira numa sinagoga, e matou quatro civis que se encontravam a rezar no lado ocidental de Jerusalém.
Netanyahu acusou ainda o presidente da Autoridade Nacional Palestiniana, Mahmoud Abbas, e o Hamas de uma campanha composta por falsas alegações, que terão conduzido ao atentado.
Recorde-se que o partido Fatah, ao qual Abbas, também conhecido como Abu Mazen, pertence, concordou no início do ano e formar uma coligação com o grupo militante palestino, que elogiou o ataque,

John Kerry, secretário de estado norte-americano, classificou o ataque de ato «de puro terror», e pediu que a liderança palestiniana o condenasse.

Também Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, se pronunciou sobre o atentado, e alertou que sugere uma «dimensão perigosa».