“Não sei o que se passou, devem ser as autoridades alemãs a tratar do assunto e imagino que o farão”, acrescentou Juncker, questionado por jornalistas sobre o caso.

Segundo a imprensa alemã, os serviços secretos do país terão ajudado a Agência de Segurança Nacional norte-americana (NSA, na sigla em inglês) a espiar altos funcionários em Paris e Bruxelas.