A operadora da central nuclear de Fukushima anunciou que o nível da radioatividade de uma fuga de água contaminada ocorrida nas instalações da mesma em 2013 foi 3,5 vezes superior ao inicialmente estimado.

Depois de reanalisar as amostras do líquido, a «Tokyo Electric Power» (TEPCO) confirmou que este continha 280 milhões de becqueréis de substâncias emissoras de raios beta, como o estrôncio, em vez dos 80 milhões estimados no verão passado.

A empresa elétrica teve de voltar a analisar água e outras centenas de amostras, depois de ter descoberto, em outubro, que muitos dos seus equipamentos de medição sofreram problemas técnicos que impediam um cálculo preciso.