A marinha italiana encontrou hoje 18 cadáveres de imigrantes num barco pneumático, no qual viajavam outras 73 pessoas e que estava à deriva na zona sul da costa da ilha italiana de Lampedusa.

Em comunicado, as autoridades italianas referiram serem desconhecidas as causas das morte, adiantando que desde sexta-feira, em diversas operações, foram resgatados 3.500 imigrantes que tentavam atravessar o canal de Sicília, que liga o Norte de África a Itália.

O mais recente resgate ocorreu às primeiras horas da manhã de hoje, com a marinha a localizar um barco com 215 pessoas, 55 dos quais mulheres e 39 menores.

170 imigrantes desaparecidos

Horas antes, era conhecida, mais uma tragédia no mar do mediterrâneo. Pelo menos 170 pessoas estão desaparecidas depois da embarcação de madeira onde seguiam se ter desintegrado.

O barco partiu da Líbia e seguia para a costa italiana. A Guarda Costeira localizou vários pedaços do barco a cerca de 60 km de Tripoli. As autoridades acreditam que a embarcação terá deixado a Líbia na sexta-feira.

Cerca de 15 corpos sem vida já foram retirados da água e seis pessoas foram salvas. estima-se que cerca de 200 pessoas seguiam a bordo.

Mais de meio milhar de imigrantes clandestinos resgatados no mar Egeu

Mais de meio milhar de imigrantes clandestinos foram resgatados nos últimos dois dias em diferentes pontos da costa oriental no mar Egeu, informou hoje a guarda costeira grega.

Até sábado à tarde, a guarda costeira grega resgatou 553 imigrantes e deteve seis traficantes, além de ter retirado do mar um cadáver de um homem que morreu devido a incêndio por motivos desconhecidos da barcaça em que navegava juntamente com outras 81 pessoas, a este da ilha de Tilos, no arquipélago de Dodecaneso.

Os conflitos no Iraque, na Síria, na Líbia e na Faixa de Gaza fizeram com que se intensifiquem os fluxos migratórios nas águas do mar Egeu.

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