O diretor e o vice diretor do banco do Vaticano renunciaram esta segunda-feira, segundo um comunicado da Santa Sé, escreve a Reuters. Paolo Cipriani e Massimo Tulli entregaram seus pedidos de renúncia três dias após a prisão de Nunzio Scarano, um importante prelado que tinha ligações com o banco, acusado do desvio de 20 milhões de euros da Suíça para a Itália.

Paolo Cipriani e Massimo Tulli entregaram seus pedidos de renúncia três dias depois da prisão de Nunzio Scarano.

O prelado da Santa Sé detido sexta-feira pela polícia italiana como parte de uma investigação da justiça sobre o Instituto para as Obras de Religião (IOR), o banco do Vaticano, negou as acusações de lavagem de dinheiro e corrupção de que foi acusado.

Nunzio Scarano, um padre nomeado «monsenhor», título de honra concedido apenas por causa do seu tempo na Santa Sé, de 61 anos, reafirmou a sua «moralidade e disponibilidade para cooperar com as autoridades italianas», indicaram os seus advogados, citados pela imprensa.